shortnewsOS GRANDES VENCEDORESSuperbarroco e Sweet Karolynne foram os grande vencedores nacionais do Curta Cinema 2009 O curta pernambucano “Superbarroco”, de Renata Pinheiro, foi o grande vencedor da noite de sábado no Odeon Petrobras. Renata, emocionada, recebeu das mãos de João Paulo Cuenca o Grande Prêmio Nacional concedido pelo Festival no valor de R$6.000,00 (seis mil reais). Além desse, recebeu também o prêmio de melhor curta do Júri Jovem. E sem esperar mais premiação, foi tomada de surpresa ao saber que no início do ano que vem, “Superbarroco” abrirá o Hollywood Brazilian Film, em Los Angeles, EUA. Keyna Eleison, coordenadora do Festial no Brasil, subiu ao palco para dar a notícia. O Júri Jovem Nacional correspondeu à expectativa, e não só premiou o melhor curta ao “Superbarroco”, como também concedeu menção honrosa para mais três curtas que receberam prêmios oficiais. “De volta para ao quarto 666”, de Gustavo Spolidoro; “Silêncio e Sombras”, de Murilo Hauser e “Sweet Karolynne”, da Ana Bárbara Ramos receberam respectivamente os prêmios de melhor documentário, melhor animação e Prêmio do Júri Popular. O curta “Chapa”, de Thiago Ricarte, recebeu Prêmio Especial do Júri. Mas também foi premiado como sendo um dos 5 curtas que serão exibidos no programa português Onda Curta na RTP2. Além dele, “Arquitetura do Corpo”, de Marcos Pimentel; “O Divino de repente”, de Fábio Yamaji; “De volta ao quarto 666” e “Sweet Karolynne”, da Ana Bárbara Ramos. E, mais uma vez, o documentário “Sweet Karolynne” recebeu o Prêmio Aquisição Canal Brasil de Incentivo ao Curta-Metragem, escolhido pelo voto popular, com a exibição no canal e um contrato no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais).
A hora e a vez dos portugueses Apesar do ano da França no Brasil, a festa foi portuguesa, ó pá! Os grandes vencedores internacionais foram os portugueses. Com quatro curtas representando a boa safra lusitana, apenas dois deles não foram premiados. O vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes de 2009, “Arena”, de João Salaviza, e “Visionary Iraq”, de Gabriel Abrantes e Benjamin Cotry, saíram do Festival sem premiação. |



