Inscrições encerradas


Maiores informações envie e-mail para atividades@curtacinema.com.br

O Laboratório de Projetos de Curta Metragem do Festival Curta Cinema chega a sua 24ª edição. Nesta edição especial comemorativa de 30 anos do Festival dobramos o número de projetos selecionados e contamos com a consultoria de Carlos Eduardo Valinoti, Cíntia Dormit Bittar, Clara Linhart, Clementino Jr., Fernando Segtowick e Mariana Jacob. Para se inscrever leia atentamente o  Regulamento  e preencha a ficha de inscrição abaixo. Anexe, separadamente, no local indicado: o projeto do curta-metragem (sem identificação de autoria/realização), a folha de rosto do projeto, a autorização do autor no caso do roteiro não ser original e currículo com links para portfólio. Todos os documentos deverão ser anexados em PDF. As inscrições estarão abertas até meia noite do dia 26 de fevereiro de 2021 (sexta-feira). Serão selecionados 24 projetos, sendo pelo menos 12 (doze) do Estado do Rio de Janeiro.

Ao final do processo, 2 (dois) projetos serão premiados com serviços cinematográficos que contribuirão para a realização do curta-metragem - um projeto em nível nacional e outro que deverá ser filmado no estado do Rio de Janeiro. Os prêmios consistem em aportes, na forma de prestação de serviço e locação de materiais, oferecidos pelos apoiadores do Festival Curta Cinema 30 Anos. Os prêmios oferecidos aos projetos vencedores terão a validade de 1 (um) ano para serem utilizados. A empresas apoiadores e respectivos prêmios são:

  • Prêmio Edina Fuji - CiaRio – Locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria da empresa NAYMAR, no valor de R$10.000,00 (dez mil reais);
  • Mistika – encode DCP.
  • Afinal Filmes – Prores; H264; DPX
  • CONECTA – Legendas timed text em XML, SRT e MCC; audiodescrição em WAV PCM sem compressão, 24 bits de profundidade e frequência de amostragem de 48kHz ou 96kHz, endereçamento estéreo, 5.1 ou 7.1; Libras resolução HD 1920x1080 QuickTime ProRes ou MFX codec JPEG2000.

Demais prêmios concedidos pelas empresas apoiadoras serão anunciados durante o período de inscrição e incluídos no regulamento. A organização do Festival está empenhando seus esforços em ter maior colaboração de empresas do setor audiovisual para contribuírem para a realização dos projetos selecionados.

Poderão participar projetos de curta-metragem de ficção original ou adaptações literárias mediante autorização dos autores.

O laboratório acontecerá durante os dias 18, 19 e 20 de março de 2021, no horário das 10h às 13h, e de 15h às 18h, através da plataforma Zoom. No dia 22 ou 23 de março será realizada a sessão de pitching dos 24 projetos, aberta ao público do Canal YouTube do Festival. Os selecionados deverão participar de todas as atividades relativas à realização dos laboratórios.


Consultores


Carlos Eduardo Valinoti

Nascido no Rio de Janeiro, Cadu Valinoti é produtor graduado em Cinema pela PUC-Rio com formação executiva no Reino Unido. Experiente em documentários, curtas e longas, já passou por importantes produtoras no Rio de Janeiro, tendo produzido para Canal Brasil, Band, OFF, Multishow e ESPN. Na publicidade, produziu para Google, TEDx, Nike, Corona, Coca-Cola, Heineken e Yahoo UK. Foi coordenador de produção de "O Grande Circo Místico", de Carlos Diegues (Festival de Cannes 2018) e também produtor executivo de filmes premiados como "Favela Gay", de Rodrigo Felha e "Fala Comigo" de Felipe Sholl, ambos Prêmios de Melhor Filme no Festival do Rio. Seus últimos trabalhos foram "Sem Seu Sangue", de Alice Furtado (Quinzena dos Realizadores - Festival de Cannes 2019), "Os últimos dias de Gilda", de Gustavo Pizzi, para o Canal Brasil e o ainda inédito "Los Abismos", da diretora argentina Agustina San Martin. Cadu também coordena os projetos autorais sob chancela de sua produtora Nostro, onde finaliza o primeiro longa da casa "Planta Baixa", de Miwa Yanagizawa e desenvolve os projetos de longa documentário "As Ondas", de Victoria Visco Mendonça (selecionado para o DOK CoPro Market) e "Uma talvez Julia", de Bruno Mello, selecionado para o laboratório de roteiros PLOT, do IndieLisboa. Também participa de mercados como Ventana Sur, EFM, Marché du Film e fez parte do Berlinale Talents Campus, em 2017. Além de sua carreira cinematográfica, também compõe, desde 2017, a comissão de seleção da Première Brasil do Festival do Rio e investe parte de seu tempo como professor na Academia Internacional do Cinema, trocando e aprendendo com estudantes entusiasmados e sonhadores.


Cíntia Domit Bittar

Cíntia Domit Bittar, 34, é sócia-fundadora da Novelo Filmes (Florianópolis, 2010 - ) onde atua como diretora, produtora, montadora e roteirista. Em 2011 estreou seu primeiro curta nessas funções, o "Qual Queijo Você Quer?", que foi para mais de 100 festivais, conquistando mais de 50 prêmios, entre eles o de Melhor Curta no Festival do Rio. Desde então, participa de festivais nacionais e internacionais de grande destaque com obras posteriormente licenciadas para canais de TV no Brasil e exterior. Sua obra mais recente como diretora é o curta-metragem BAILE, com destaque para os prêmios de melhor curta do 60º FICCI - Festival Internacional de Cine de Cartagena de Índias (2020), melhor direção no 29º Curta Cinema - Rio ISFF (2019), Top 10 do público no 30º Kinoforum - São Paulo ISFF (2019); e destaque para as seleções oficiais para o 66º Oberhausen ISFF (2020) 44º Hong Kong IFF (2020) e Festival do Rio (2019). O filme também foi um dos cinco finalistas em sua categoria no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2020 e foi qualificado para o Oscar 2021. Graduada em Cinema na UNISUL, 2007.


Clara Linhart

ClaraLinhart é formada em Ciências Sociais pela PUC-RIO e em Cinema Documentário pela FGV-Rio.  Trabalha no mercado do audiovisual brasileiro como assistente de direção desde 2001. Participou de curtas, documentários e 17 longas. Podemos destacar entre esses trabalhos: “Tropa de Elite” de José Padilha, “Diário de Sintra” de Paula Gaitán”, “Baixio das Bestas” de Claudio Assis, “O Som ao Redor” de Kleber Mendonça Filho, “A Floresta de Jonathas” de Sergio de Andrade, "Casa Grande" de Fellipe Barbosa, “Cidade do Futuro” de Claudio Marques e Marília Hugues, e Gabriel e a Montanha  de Fellipe Barbosa.

Em 2007, estreou na direção,  co-dirigindo com Daniel Caetano e Camila Maroja o documentário “O mundo de um filme”. Em 2010, dirigiu e produziu o curta-metragem de ficção “Os Sapos” que foi apresentado em diversos festivais de cinema do Brasil.

Em dezembro de 2012, concluiu o MBA de Cinema Documentário da FGV, realizando o curta-metragem “Luna e Cinara” que ganhou duas menções honrosas (Festival Coisa de Cinema da Bahia e Mostra de Curtas de Goiânia).

Em 2017, finalizou seu primeiro longa-metragem documental intitulado “La Manuela” que estreou no Festival Coisa de Cinema da Bahia e foi exibido em Paris, Madrid, Quito, festivais do Brasil e ganhou o prêmio de Melhor Documentário no FAM (Festival Audiovisual do Mercosul).

Em 2018, Clara estreou na direção de longa-metragem, com a ficção “Domingo”, co-dirigida com Fellipe Barbosa. “Domingo” estreou no Festival de Veneza e passou em diversos festivais brasileiros e estrangeiros. “Domingo” foi lançado comercialmente na França em outubro de 2018 e chegou às telas brasileiras em outubro de 2019.

“Os Sapos”, próximo projeto de longa-metragem de Clara foi financiado pelo FSA em 2018 e será filmado em breve.


Clementino Junior

Clementino Junior é cineasta, doutorando em educação (GEASur/UNIRIO), educador audiovisual e fundador do CAN - Cineclube Atlântico Negro, que desde 2008 difunde o cinema da diáspora africana. Realizou 27 filmes, sendo 26 curtas em todos os gêneros e 1 longa-metragem documentário, foi presidente da ABDeC-RJ e vice-presidente da ABD Nacional (Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas) e diretor do CNC - Conselho Nacional de Cineclubes.


Fernando Segtowick

Fernando Segtowick nasceu em Belém do Pará e estudou jornalismo na Universidade Federal do Pará. Em 2015, fundou a produtora Marahu Filmes e já dirigiu curtas-metragens e séries para a televisão exibidos no Brasil e no exterior. Seus projetos têm como tema as pessoas da Amazônia. Coordena desde 2019, o Marahu Lab, iniciativa de formação para profissionais do Norte do país. Participou do Rotterdam Lab em 2019, com o projeto Passagem Esperança e O Reflexo do Lago, seu primeiro longa-metragem teve estreia mundial na Mostra Panorama, no Festival de Cinema de Berlim em 2020.


Mariana Jacob

Mariana Jacob estudou Publicidade e Relações Públicas na Espanha e se especializou em Produção Audiovisual e Cinematográfica pela ECAM, também em Madri.  Durante 10 anos residindo na Espanha, adquiriu experiência principalmente como diretora de produção e assistente de direção, havendo trabalhado em mais de 40 filmes entre curtas e longas-metragens, projetos para televisão e publicidade. De volta ao Brasil desde 2012, trabalhou como Produtora Executiva e Diretora de Produção de diversos projetos de grande relevância nacional onde se incluem longas, curtas e mostras de cinema (“Prometo um dia deixar essa cidade”, “Amor, Plástico, Barulho”, “Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos”, “Organismo”, "Curral", "Frei Damião, O Santo do Nordeste", “Cheiro de Melancia” entre outros). De forma independente pioneira, abraçou a distribuição de filmes pernambucanos (“Boa Sorte, Meu Amor” e “Uma Passagem para Mário”) percebendo a notória dificuldade do cinema de autor circular no mercado e deu início a primeira empresa distribuidora de Pernambuco, Inquieta Cine. Mariana Jacob equilibra assim seus trabalhos entre a produção executiva, produção de conteúdo e coordenação de distribuição de filmes independentes.